Neste blog vou deixar os trabalhos que for realizando neste ano de Psicologia B. Aqui podem encontrar powerpoints, resumos e críticas a filmes vistos nas aulas. Circulem pelo menu para encontrarem o que desejam. Sugestões são sempre bem-vindas.
Terça-feira, 22.06.10

O ano lectivo terminou e por isso, este blog deixará de ser actualizado.

Obrigada a todos os que acompanharam os posts e obrigada também ao professor por ter sido uma inspiração durante este ano.

 

(e para os curiosos, tive 20 a Psicologia xD)

Babs às 19:01 | link do post | comentar | ver comentários (4) |
Terça-feira, 11.05.10

Mais um filme que vimos nas últimas aulas.

 

SINOPSE
Wuando Randle P. McMurphy (Jack Nicholson), um bem disposto ladrão de segunda, é internado num hospital mental do estado, o seu estado de espírito rebelde contagioso, vai rapidamente desestabilizar a rotina da sua enfermaria. E logo é inevitavelmente o conflito com a impossivelmente calma e intratável Enfermeira Ratched (Louise Fletcher), um confronto que vai afectar não só o seu futuro, mas o de todos os doentes internados no hospital.
Nesta incontornável edição em DVD, poderá encontrar uma versão restaurada digitalmente da adaptação cinematográfica do livro de Ken Kesey – vencedora dos 5 Oscars® mais importantes da Academia em 1975: Melhor Filme (produzido por Saul Zaentz e Michael Douglas), Melhor Actor (Jack Nicholson), Melhor Actriz (Louise Fletcher), Melhor Realização (Milos Forman) e Melhor Argumento Adaptado (Lawrence Hauben e Bo Goldman).
Controversa, irónica e tocante, esta obra-prima obrigatória do cinema moderno conta ainda com a participação de um elenco excepcional que inclui Brad Dourif, Danny DeVito e Christopher Lloyd (na sua estreia no cinema).


Este filme de 1975 denuncia o funcionamento dos hospitais psiquiátricos nessa altura, tendo por isso todo o mérito. É importante verificar os progressos da Psiquiatria desde então, procurando-se hoje em dia, tratar os transtornos mentais dos pacientes ao invés de recorrer a choques eléctricos e lobotomias.

Voando sobre um ninho de cucos apresenta-se verdadeiro e tocante e mostra-nos como podemos criar laços de amizade nos locais mais inesperados.

File:Half Star Yellow.svg

Babs às 20:21 | link do post | comentar |
Quarta-feira, 05.05.10

Nas últimas aulas pudemos assistir ao filme Shutter Island.

 

Sinopse:

1954, o pico da Guerra Fria, os agentes Teddy Daniels e Chuck Aule são convocados a "Shutter Island" para investigar o improvável desaparecimento de uma criminosa do impenetrável Ashecliffe Hospital. Rodeados por circunspectos psiquiatras e perigosos pacientes psicopatas, eles vêem-se envolvidos numa atmosfera misteriosa e volátil que sugere que nada é o que parece… Com um furacão a aproximar-se da ilha, a investigação progride rapidamente. No entanto, à medida que a tempestade aumenta de intensidade, as suspeitas e os mistérios multiplicam-se, cada um mais terrível e tenebroso que o anterior. Há indicações e rumores de conspirações sombrias, sórdidas experiências médicas, alas secretas, controlo mental e inclusive de algo sobrenatural. Movendo-se nas sombras do hospital, assombrado pelos terríveis actos dos seus instáveis habitantes e pelos desígnios desconhecidos dos igualmente suspeitos médicos, Teddy começa a sentir que, quanto mais fundo ele chega na investigação, mais perto está de se ver confrontado com alguns dos seus mais profundos e devastadores medos. E apercebe-se também que poderá não sair vivo daquela ilha.

(retirada deste site)

 

O final permite-nos criar várias interpretações e teorias. Aqui estão as minhas (spoilers em baixo):

 

1 - Andrew após a experiência traumática de perder os filhos e assassinar a mulher, criou a personagem fictícia de Teddy para o ajudar a fugir da dura realidade,

2 - Teddy na verdade nunca foi Andrew, contudo, o psiquiatra da ilha convence-o de que está louco - com a ajuda dos comprimidos que lhe foi dando a tomar desde o princípio do filme - e fá-lo acreditar que Teddy não é mais do que invenção de Andrew,

3 - Teddy nunca foi Andrew, viaja até à ilha e embora o consigam convencer que é doente - uma vez que ele estava a "juntar muitas peças" e a descobrir o que realmente ocorria em Ashecliffe, guarda dentro de si a convicção de que é Teddy, mas sabendo que não há saída possível da ilha, resigna-se.

 

O filme vale a pena. Tem um ritmo que nos faz ficar na expectativa do que acontece a seguir, tem cenas lindíssimas em termos visuais e os planos da câmara estão próximos da perfeição. A banda sonora é que, tenho de confessar, é um bocado irritante.

 

De resto, o filme deixa-nos a reflectir que a qualquer momento nos poderá acontecer algo que nos mudará para sempre enquanto seres humanos o que nos mostra a nossa fragilidade. Um trauma poderá fazer-nos mudar completamente a nossa personalidade, até levar-nos a refugiarmo-nos numa personagem fictícia. Ou podem ser os outros a alterar profundamente a forma como nos vemos - e a forma como somos.

 

File:Half Star Yellow.svg

 

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Babs às 20:53 | link do post | comentar |
Domingo, 21.03.10

(fonte da imagem)

 

Será que funciona? Qual será a melhor forma para apelarmos aos outros e influenciarmos as suas escolhas e decisões?

Tópicos: ,
Babs às 12:29 | link do post | comentar |

Uma apresentação oral com powerpoint feito por mim, pela Joana, pela Mafalda e pela Rita.

Babs às 12:23 | link do post | comentar | ver comentários (1) |
Domingo, 28.02.10

Nas últimas aulas vimos mais um filme: Os Marginais.

 

Sinopse (retirada deste site):

Um dos mais poderosos filmes de Francis Coppola baseado no romance clássico de S.E. Hinton, que capta de uma forma brilhante a fase entre a inocência da infância e o desapontamento da idade adulta.

Em 1965, Tulsa, os adolescentes tinham duas classes. Se eram 'socs', tinham dinheiro, carros e um futuro à sua espera. Mas se eram 'greasers', eram marginais... sem lugar algum onde pertencer.

Com um elenco de jovens talentos das últimas décadas: Matt Dillon, Tom Cruise, Emílio estevez, C. Thomas Howell, Patrick Swayze, Rob Lowe e Ralph Macchio, este é o filme que transformou em heróica - e inesquecível - a luta destes ratos da rua, os marginais da sociedade.

 

 

Pequeno Comentário Pessoal:

O filme mostra como a questão das oportunidades que nos dão é marcante nas nossas vidas, assim como o contexto socio-cultural em que estamos inseridos. É interessante ver como as personagens são ao mesmo tempo adultas para a idade real tendo em conta todas as experiências que passaram mas inocentes. No geral, gostei do filme embora tenha achado o final demasiado apressado e as personagens do grupo dos "socs" muito bidimensionais.

 

File:Half Star Yellow.svg

 

Babs às 17:08 | link do post | comentar |
Quinta-feira, 28.01.10

Aqui estão os resumos do Tema 4: emoções, conação e dimensão sociocultural da mente. Aceitam-se elogios à sua qualidade (ou à minha letra xD)

 



Para quem preferir em formato word, faça download aqui

Babs às 19:05 | link do post | comentar | ver comentários (2) |
Sábado, 23.01.10

Nas duas últimas aulas de Psicologia tivémos oportunidade de ver mais um filme: o K-Pax.

 

Sinopse - retirada deste site

Prot (Kevin Spacey) é um homem misterioso, que vive dizendo ter vindo do planeta K-Pax, distante 1000 anos-luz da Terra. Por causa disto ele é internado em um hospício, onde conhece o Dr. Mark Powell (Jeff Bridges), um psiquiatra disposto a provar que ele na verdade sofre de um grave distúrbio de personalidade. Mas as descrições de Prot sobre como é a vida em seu planeta acabam encantando os demais pacientes do hospício, fazendo com que eles queiram ir com Prot quando ele diz que está próximo o dia em que deverá voltar ao seu planeta.

 

 

Comentário Pessoal:

(contém spoilers)

 

Este filme - sobretudo o final - pode ser interpretado de vários modos distintos. Por um lado, alguns meus colegas acharam que o Robert ao sofrer uma experiência traumática criou uma máscara: o Prot que vemos ao longo do filme.

A minha teoria é muito diferente e é a seguinte:
Prot vivia em K-Pax e vinha regularmente à Terra visitar Robert Porter. Após a ocorrência do crime, Robert ficou completamente destroçado, à beira da morte. Prot teve a percepção do que tinha acontecido e viajou desde K-Pax até à Terra quando Robert se tentava afogar. Nesse momento, a alma de Prot entrou no corpo de Robert. No final, quando tem confiança plena no Dr. Powell entrega-lhe o corpo de Robert e regressa ao seu planeta.

Esta teoria explica os conhecimentos de Prot, as suas confissões em estado de hipnose, o desaparecimento de Bess no final e o facto de ter deixado os seus óculo escuros na Terra. Já não ia precisar de protecção em K-Pax.

 

Com ou sem extraterrestres é um bom filme, sem sangue e sem acção (o que me agrada) que possibilita a reflexão.

 

Babs às 15:48 | link do post | comentar |
Sábado, 16.01.10

Esta semana apresentei com a minha colega Rita um pequeno trabalho sobre componentes das emoções. Aqui está ele:

Babs às 19:34 | link do post | comentar |
Domingo, 13.12.09

Amanhã vou apresentar na aula um pequeno trabalho sobre Albert Bandura, psicólogo nascido em 1925.

 

Muitos dos nossos comportamentos foram adquiridos ao longo do processo de socialização através da observação e imitação dos outros.

Esta aprendizagem por observação e imitação (também chamada aprendizagem social ou por modelação) foi estudada por Albert Bandura que conduziu uma série de experiências.

Numa delas, ofereceu um boneco a uma criança e a criança não demonstrou nenhuma atitude violenta. Contudo, depois da criança assistir a um adulto a bater ao boneco imitou este comportamento.

Bandura confirmou que a experiência dos outros pode conduzir à aquisição de novos comportamentos, através de um processo que designa por modelação que envolve a observação, imitação e integração.

Contudo, notou que algumas crianças não reproduziam o comportamento que haviam observado. Concluiu que não basta observar e reter um comportamente para o imitar e que a fase de execução implica factores internos do próprio sujeito.

Esta constatação fez Bandura evoluir da teoria da aprendizagem social para uma teoria cognitiva e social, em que cada indivíduo não é apenas produto das circunstâncias da vida.

E aqui está o powerpoint:

Babs às 19:14 | link do post | comentar | ver comentários (3) |
A autora
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"Aprender é a única coisa de que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende." Leonardo da Vinci
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